"Hoje renuncio aos meus vícios e explosões, aos meus calos e emoções.
Hoje renuncio a você, que insiste em me denunciar e me derrubar.
Renuncio à necessidade de estar perto, porque não preciso disso... mesmo.
Renuncio aos joguetes, às renúncias, às expectativas e às tentativas.
Vou passar um trator sobre a frustração de cada dia.
Sem escutar por trás da porta o que poderia ter sido.
Não quero mais saber de ter que explicar o que não sei
E a sempre querer conversar para ter que me sentir em um monólogo...
Sinceramente, você me emperra.
Então, não espere que eu enfrente suas metonímias
Ou invente precocemente meu epitáfio
Que eu caia em sua retórica por não ter respostas na língua
Ou que eu te ligue, sem ter o que dizer
Já falamos mais do que deveríamos
Não que eu me comporte às regras
Não como você
Já chega de reformas
De reconstruções
Reformulações
Restrições
E restos
Se você não pode fazer com que eu me sinta melhor do que me sinto quando estou sozinha,
Não há motivo algum para estarmos juntos."
As vezes, as palavras alheias dizem tudo que eu queria dizer"
Um comentário:
Tem aspas a mais na ultima frase. Essa menina do "Freud e eu brigamos muito" escreve mt bem tbm.
Postar um comentário