Como diz um pensamento adolescente:
"Cada pessoa que passa em nossa vida,
passa sozinha,
porque cada pessoa é única e para nós,
nenhuma substitui a outra.
Cada uma que passa em nossa vida,
passa sozinha,
mas não vai sozinha,
nem nos deixa a sós...
Leva um pouco de nós mesmos
e deixa um pouco de si mesma.
Há as que levam muito,
mas não há as que levam nada.
Há as que deixam muito,
mas não há as que deixam nada.
Esta é a mais bela responsabilidade de nossa vida:
a prova tremenda de que cada uma é importante
e de que ninguém se aproxima de outra por acaso."
Se isso é mesmo verdade, por que desejamos que algumas pessoas nunca tivessem aparecido em nossas vidas?
Conviver com algumas pessoas é, de fato, uma aprendizagem.
Mas será que ela não poderia ter ocorrido de forma menos dolorosa?
Amigos que não são amigos.
Familiares que não são familiares.
Amores que não são amores.
Tantas coisas que dizem ser alguma coisa.
Mas no fundo não são nada.
Viver é viver.
Mas será que viver também é aprender sofrendo?!
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